quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Deus é luz

A palavra que hoje me tocou das leitura de hoje (1ª Carta de S. João )

"Deus é luz e nele não há nenhuma espécie de trevas.
Se dizemos que temos comunhão com Ele, mas caminhamos nas trevas,
mentimos e não praticamos a verdade"

Deus é luz

A palavra que hoje me tocou das leitura de hoje (1ª Carta de S. João )

"Deus é luz e nele não há nenhuma espécie de trevas.
Se dizemos que temos comunhão com Ele, mas caminhamos nas trevas,
mentimos e não praticamos a verdade"

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Café Cristão



 


A Pneuma Pedra Angular surgiu no seio da assembleia   Pneumavita que em cenáculo todas as 3ªs feiras reunia na   casa dos Missionários do Espírito Santo na Rua de Santo   Amaro à Estrela.

Concretizou-se na Paróquia de Amora em duas fases:
Primeiro:
       Através de uma iniciativa espontânea indo ao   encontro  dos   jovens de rua carenciados e toxicodependentes;
Mais tarde:
       De forma mais estruturada com a criação do Café Cristão. Este, para além de servir de suporte para        aquela  experiênciade fé, propunha-se participar de uma forma mais abrangente no projecto da Nova        Evangelização.

Integrado na diocese de Setúbal, sem perder a identidade Pneuma, este jovem projecto foi inaugurado e deu os primeiros passos com entusiasmo e dedicação. Para além dos tempos de oração, formação cristã e seminários de vida nova no Espírito, abriu um serviço de snack bar e organizaram-se concertos musicais, serões de tertúlia e outros eventos culturais que contribuíram para que muitas pessoas, tocadas pela graça de Deus, voltassem à igreja e passassem a viver de uma maneira nova.

Alvo de incompreensões internas e externas, esta obra abrandou a actividade regular dos primeiros três anos e passou a abrir portas apenas para os tempos de culto: Adoração Eucarística e Missa. Contudo, a assiduidade à oração parece ter dado fruto e está a suscitar um novo fôlego para levar a cabo aquilo que o Senhor quer…

Nas jornadas mundiais da juventude em Madrid (Agosto passado), um grupo significativo de jovens da diocese de Setúbal marcaram presença juntamente com o seu bispo D. Gilberto Reis. No final o senhor Bispo lançou um desafio aos jovens: conhecer, estudar e aprofundar o Catecismo Jovem da Igreja Católica (Youcat) cuja tradução em português já se encontra à venda.

Para tal realizar-se-á uma acção de formação (de Novembro deste ano a Junho de 2012) com encontros periódicos quinzenais no Café Cristão. O esquema de cada encontro consiste numa primeira parte de ensinamento e numa segunda de partilha comunitária com perguntas e respostas, num ambiente informal de café.
Os párocos das diversas paróquias foram convidados a dinamizar e a sensibilizar os jovens com vista a uma melhor e maior participação.
O primeiro encontro desta serie está marcado para o dia 4 de Novembro (6ª feira) e a partir daí, de 15 em 15 dias todas as 6ªs feiras até Junho do próximo ano.

Oremos pelos frutos deste acontecimento da igreja diocesana e para que a palavra do Santo Padre Bento XVI inserida na contracapa do Youcat (catecismo jovem) se realize na igreja:

“Estudai o catecismo!
Este é o desejo do meu coração.
Estudai o catecismo com paixão e perseverança!
Para isso, sacrificai tempo!
Estudai-o no silêncio do vosso quarto,
lede-o enquanto casal se estiverdes a namorar,
formai grupos de estudo e redes sociais,
partilhai-o entre vós na Internet!
Tendes de saber em que credes.
Tendes de estar enraizados na fé ainda mais profundamente
que a geração dos vossos pais,
para enfrentar os desafios e as tentações deste tempo
com força e determinação.”

Papa Bento XVI

… na Pneuma Pedra Angular os jovens aproximam-se através do Café Cristão. Somos carenciados de Deus, de amor, orientação, salvação e luz. Alguns, vítimas de depressão, dependências químicas ou prisões espirituais, aparecem na esperança de encontrar um Bom Samaritano que os ajude. Outros oferecem essa ajuda, como é o caso da comunidade Aliança da Misericórdia que desde há uns anos mantém connosco uma relação fraterna concretizada em encontros de oração e acções de evangelização; a Cristoteca é exemplo disso.

No início deste ano pastoral e com estes sinais no horizonte, pedimos ao Senhor um derramamento do seu Espírito com um novo ardor missionário para continuar a Sua obra.
Que o testemunho daqueles que deram a vida por Cristo através do Renovamento, nos inspire, encoraje e faça reconhecer a dignidade da missão a que fomos chamados: “E tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo…”
Lc. 1-76
Somos “filhos da Igreja”, esposa santa do Cordeiro.

Café Cristão Pneuma Pedra Angular

CONTACTOS
Morada: Rua das Flores nº14-A Cave - Paivas Amora

Telefones: 964561457 e 963823300
email: cafecristao@hotmail.com

Indicações:
Na auto-estrada sai-se em: Fogueteiro, Amora, Seixal, segue em frente; depois das 2ªs gasolineiras à direita e 2º cruzamento à esquerda; fica a meio da rua do lado direito com entrada para a praceta no edificio Batalha.

Ver mapa maior

Café Cristão



 


A Pneuma Pedra Angular surgiu no seio da assembleia   Pneumavita que em cenáculo todas as 3ªs feiras reunia na   casa dos Missionários do Espírito Santo na Rua de Santo   Amaro à Estrela.

Concretizou-se na Paróquia de Amora em duas fases:
Primeiro:
       Através de uma iniciativa espontânea indo ao   encontro  dos   jovens de rua carenciados e toxicodependentes;
Mais tarde:
       De forma mais estruturada com a criação do Café Cristão. Este, para além de servir de suporte para        aquela  experiênciade fé, propunha-se participar de uma forma mais abrangente no projecto da Nova        Evangelização.

Integrado na diocese de Setúbal, sem perder a identidade Pneuma, este jovem projecto foi inaugurado e deu os primeiros passos com entusiasmo e dedicação. Para além dos tempos de oração, formação cristã e seminários de vida nova no Espírito, abriu um serviço de snack bar e organizaram-se concertos musicais, serões de tertúlia e outros eventos culturais que contribuíram para que muitas pessoas, tocadas pela graça de Deus, voltassem à igreja e passassem a viver de uma maneira nova.

Alvo de incompreensões internas e externas, esta obra abrandou a actividade regular dos primeiros três anos e passou a abrir portas apenas para os tempos de culto: Adoração Eucarística e Missa. Contudo, a assiduidade à oração parece ter dado fruto e está a suscitar um novo fôlego para levar a cabo aquilo que o Senhor quer…

Nas jornadas mundiais da juventude em Madrid (Agosto passado), um grupo significativo de jovens da diocese de Setúbal marcaram presença juntamente com o seu bispo D. Gilberto Reis. No final o senhor Bispo lançou um desafio aos jovens: conhecer, estudar e aprofundar o Catecismo Jovem da Igreja Católica (Youcat) cuja tradução em português já se encontra à venda.

Para tal realizar-se-á uma acção de formação (de Novembro deste ano a Junho de 2012) com encontros periódicos quinzenais no Café Cristão. O esquema de cada encontro consiste numa primeira parte de ensinamento e numa segunda de partilha comunitária com perguntas e respostas, num ambiente informal de café.
Os párocos das diversas paróquias foram convidados a dinamizar e a sensibilizar os jovens com vista a uma melhor e maior participação.
O primeiro encontro desta serie está marcado para o dia 4 de Novembro (6ª feira) e a partir daí, de 15 em 15 dias todas as 6ªs feiras até Junho do próximo ano.

Oremos pelos frutos deste acontecimento da igreja diocesana e para que a palavra do Santo Padre Bento XVI inserida na contracapa do Youcat (catecismo jovem) se realize na igreja:

“Estudai o catecismo!
Este é o desejo do meu coração.
Estudai o catecismo com paixão e perseverança!
Para isso, sacrificai tempo!
Estudai-o no silêncio do vosso quarto,
lede-o enquanto casal se estiverdes a namorar,
formai grupos de estudo e redes sociais,
partilhai-o entre vós na Internet!
Tendes de saber em que credes.
Tendes de estar enraizados na fé ainda mais profundamente
que a geração dos vossos pais,
para enfrentar os desafios e as tentações deste tempo
com força e determinação.”

Papa Bento XVI

… na Pneuma Pedra Angular os jovens aproximam-se através do Café Cristão. Somos carenciados de Deus, de amor, orientação, salvação e luz. Alguns, vítimas de depressão, dependências químicas ou prisões espirituais, aparecem na esperança de encontrar um Bom Samaritano que os ajude. Outros oferecem essa ajuda, como é o caso da comunidade Aliança da Misericórdia que desde há uns anos mantém connosco uma relação fraterna concretizada em encontros de oração e acções de evangelização; a Cristoteca é exemplo disso.

No início deste ano pastoral e com estes sinais no horizonte, pedimos ao Senhor um derramamento do seu Espírito com um novo ardor missionário para continuar a Sua obra.
Que o testemunho daqueles que deram a vida por Cristo através do Renovamento, nos inspire, encoraje e faça reconhecer a dignidade da missão a que fomos chamados: “E tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo…”
Lc. 1-76
Somos “filhos da Igreja”, esposa santa do Cordeiro.

Café Cristão Pneuma Pedra Angular

CONTACTOS
Morada: Rua das Flores nº14-A Cave - Paivas Amora

Telefones: 964561457 e 963823300
email: cafecristao@hotmail.com

Indicações:
Na auto-estrada sai-se em: Fogueteiro, Amora, Seixal, segue em frente; depois das 2ªs gasolineiras à direita e 2º cruzamento à esquerda; fica a meio da rua do lado direito com entrada para a praceta no edificio Batalha.

Ver mapa maior

domingo, 13 de novembro de 2011

Ensinamentos do Pe. Joãozinho na Assembleia do RCC 2011

Ensinamento sobre Maria



Ensinamento sobre "O Espirito conduziu Jesus"



Ensinamento sobre "O Espirito conduziu os Apóstolos"

Ensinamentos do Pe. Joãozinho na Assembleia do RCC 2011

Ensinamento sobre Maria



Ensinamento sobre "O Espirito conduziu Jesus"



Ensinamento sobre "O Espirito conduziu os Apóstolos"

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Peregrinação 1 de Dezembro ao Santíssimo Milagre de Santarém,



Peregrinação dia 1 de Dezembro ao Santíssimo Milagre de Santarém, com os "Amigos de Jesus".

Teremos missa, adoração, louvor, partilha da palavra, oração, com a presença do P. Leo!

Deixar-nos guiar livremente pelo Espírito Santo e vamos até onde Ele nos levar!

Vem e convida quem Jesus, te colocar no coração!

Deus é fiel!


Confirmação até ao dia 25/11, junto de Quim Carreira, 968643739, com pagamento de 10 euros.

Saída do Campo Grande as 8:30 com encontro por baixo do viaduto da 2ª circular, em frente ao Hotel Radisson. (Leva almoço para partilhar, Bíblia, livro de cânticos e o coração cheio de amor)

Regresso as 18:00



História do Santíssimo Milagre de Santarém

Corria o Imageano de 1247, em Santarém, então vila de Portugal, vivia uma pobre mulher, a quem o marido muito maltratava, andando desencaminhado com outra. Cansada de sofrer, foi pedir a uma bruxa judia que, com os seus feitiços, desse fim à sua triste sorte. Prometeu-lhe esta remédio eficaz, mas necessitaria de uma Hóstia Consagrada.

Depois de naturais hesitações, a pobre mulher foi à Igreja de Santo Estêvão, confessou-se e, recebida a Sagrada Partícula, com suma cautela a tirou da boca, embrulhando-a no véu. Saiu prestes da Igreja, e encaminhou-se para a casa da feiticeira. Mas, então, sem que ela o notasse, do véu começou a escorrer Sangue, que, visto por várias pessoas, as levou a perguntará infeliz que ferimentos tinha. Confusa em extremo, corre para casa, e encerra a Hóstia Miraculosa numa arca.Passou o dia, entrentanto, e, à tarde, voltou o marido. Alta noite, acordam os dois, e vêem toda a casa resplandecente. Da arca saíam misteriosos raios de luz. Inteirado o homem do acto pecaminoso da mulher, de joelhos, passaram o resto da noite, em adoração.

Mal rompeu o dia, foi o pároco informado do prodígio sobrenatural. Espalhado o sucesso, meia Santarém acorreu pressurosa a contemplar o Milagre. A Sagrada Partícula foi então levada, processionalmente, para a Igreja de Santo Estêvão, onde ficou conservada dentro de uma espécie de custódia feita de cera. Mas, passado tempo, ao abrir-se o sacrário para expor à adoração dos fiéis, como era costume, o Santo Milagre, encontrou-se a cera feita em pedaços, e, com espanto, se viu estar a Sagrada Partícula encerrada numa âmbula de cristal, miraculosamente aparecida.

Esta pequena âmbula foi colocada numa custódia de prata dourada onde ainda hoje se encontra.

Santo Estêvão é agora o Santuário do Santíssimo Milagre.

COM APROVAÇÃO ECLESIÁSTICA



Peregrinação 1 de Dezembro ao Santíssimo Milagre de Santarém,



Peregrinação dia 1 de Dezembro ao Santíssimo Milagre de Santarém, com os "Amigos de Jesus".

Teremos missa, adoração, louvor, partilha da palavra, oração, com a presença do P. Leo!

Deixar-nos guiar livremente pelo Espírito Santo e vamos até onde Ele nos levar!

Vem e convida quem Jesus, te colocar no coração!

Deus é fiel!


Confirmação até ao dia 25/11, junto de Quim Carreira, 968643739, com pagamento de 10 euros.

Saída do Campo Grande as 8:30 com encontro por baixo do viaduto da 2ª circular, em frente ao Hotel Radisson. (Leva almoço para partilhar, Bíblia, livro de cânticos e o coração cheio de amor)

Regresso as 18:00



História do Santíssimo Milagre de Santarém

Corria o Imageano de 1247, em Santarém, então vila de Portugal, vivia uma pobre mulher, a quem o marido muito maltratava, andando desencaminhado com outra. Cansada de sofrer, foi pedir a uma bruxa judia que, com os seus feitiços, desse fim à sua triste sorte. Prometeu-lhe esta remédio eficaz, mas necessitaria de uma Hóstia Consagrada.

Depois de naturais hesitações, a pobre mulher foi à Igreja de Santo Estêvão, confessou-se e, recebida a Sagrada Partícula, com suma cautela a tirou da boca, embrulhando-a no véu. Saiu prestes da Igreja, e encaminhou-se para a casa da feiticeira. Mas, então, sem que ela o notasse, do véu começou a escorrer Sangue, que, visto por várias pessoas, as levou a perguntará infeliz que ferimentos tinha. Confusa em extremo, corre para casa, e encerra a Hóstia Miraculosa numa arca.Passou o dia, entrentanto, e, à tarde, voltou o marido. Alta noite, acordam os dois, e vêem toda a casa resplandecente. Da arca saíam misteriosos raios de luz. Inteirado o homem do acto pecaminoso da mulher, de joelhos, passaram o resto da noite, em adoração.

Mal rompeu o dia, foi o pároco informado do prodígio sobrenatural. Espalhado o sucesso, meia Santarém acorreu pressurosa a contemplar o Milagre. A Sagrada Partícula foi então levada, processionalmente, para a Igreja de Santo Estêvão, onde ficou conservada dentro de uma espécie de custódia feita de cera. Mas, passado tempo, ao abrir-se o sacrário para expor à adoração dos fiéis, como era costume, o Santo Milagre, encontrou-se a cera feita em pedaços, e, com espanto, se viu estar a Sagrada Partícula encerrada numa âmbula de cristal, miraculosamente aparecida.

Esta pequena âmbula foi colocada numa custódia de prata dourada onde ainda hoje se encontra.

Santo Estêvão é agora o Santuário do Santíssimo Milagre.

COM APROVAÇÃO ECLESIÁSTICA



sexta-feira, 4 de novembro de 2011

PARAR

O nosso amigo Paulo,
trouxe-nos no ultimo encontro,  no meio de tantas coisas boas, esta bela oração de Inácio Larrañaga


"Como é bom parar!...
Senhor, gostaria de parar neste mesmo instante.
Para quê tanta agitação?
Para que tanto frenesim?
Eu já não sei parar.
Tenho-me esquecido de rezar.
Fecho agora os meus olhos.
Quero falar contigo, Senhor.
Quero abrir-me ao Teu mundo,
Mas os meus olhos negam-se a ficar fechados.

Sinto que uma agitação frenética
toma todo o meu corpo
que vai e vem e se agita, escravo da pressa.
Senhor, gostaria de parar agora mesmo,
Para quê tanta pressa?
Para que tanta agitação?
Eu não posso salvar o mundo!

Sou apenas uma gota de água
no imenso oceano
da Tua maravilhosa criação.
O que é verdadeiramente importante,
é buscar a Tua face bendita.
O que é verdadeiramente importante,
é parar, de vez em quando,
E esforçar-se por proclamar
que Tu és a Grandeza, a Beleza
a Magnificência, o Amor.
O urgente é deixar
Que tu fales dentro de mim;
É viver na profundidade das coisas
e no esforço contínuo de Te procurar
no silêncio de Teu mistério.

O meu coração continua a bater,
mas é um bater diferente.
Não estou a fazer nada,
não estou a tentar melhorar.
Estou simplesmente diante de Ti  Senhor.
E como é bom estar assim diante de Ti.
Amém."

                                   Inácio Larrañaga

PARAR

O nosso amigo Paulo,
trouxe-nos no ultimo encontro,  no meio de tantas coisas boas, esta bela oração de Inácio Larrañaga


"Como é bom parar!...
Senhor, gostaria de parar neste mesmo instante.
Para quê tanta agitação?
Para que tanto frenesim?
Eu já não sei parar.
Tenho-me esquecido de rezar.
Fecho agora os meus olhos.
Quero falar contigo, Senhor.
Quero abrir-me ao Teu mundo,
Mas os meus olhos negam-se a ficar fechados.

Sinto que uma agitação frenética
toma todo o meu corpo
que vai e vem e se agita, escravo da pressa.
Senhor, gostaria de parar agora mesmo,
Para quê tanta pressa?
Para que tanta agitação?
Eu não posso salvar o mundo!

Sou apenas uma gota de água
no imenso oceano
da Tua maravilhosa criação.
O que é verdadeiramente importante,
é buscar a Tua face bendita.
O que é verdadeiramente importante,
é parar, de vez em quando,
E esforçar-se por proclamar
que Tu és a Grandeza, a Beleza
a Magnificência, o Amor.
O urgente é deixar
Que tu fales dentro de mim;
É viver na profundidade das coisas
e no esforço contínuo de Te procurar
no silêncio de Teu mistério.

O meu coração continua a bater,
mas é um bater diferente.
Não estou a fazer nada,
não estou a tentar melhorar.
Estou simplesmente diante de Ti  Senhor.
E como é bom estar assim diante de Ti.
Amém."

                                   Inácio Larrañaga

rezar! rezar pela cura, rezar por alguém

Estes últimos meses, com a doença do meu primo de 7 anos, que muitos já devem saber, dou por mim a rezar, a pedir a Jesus, que salve o meu primo, que o liberte de tanto sofrimento, e da doença horrível que sofre.
No entanto dou por mim a pensar, também,  se a minha oração será realmente verdadeira, ou será uma oração mesquinha, egoísta, em que conscientemente eu rezo para que Jesus cure o meu primo, mas no fundo do meu ser, rezo para eu próprio não sofrer, pois ver o meu primo doente faz-me sofrer, faz-me triste, muito triste, faz-me chorar!
Na verdade, a minha oração pelo Tiago, deveria ser uma oração pura, de dar graças a Deus pela vida do Tiago, e de dar graças para que a glória de Jesus se  manifeste na vida do Tiago, e que ele, curado, seja uma testemunho do amor e da compaixão de Deus por todos nós.
Penso que este deveria ser o sentido da minha oração, uma oração para a gloria de Deus na vida do Tiago......
...mas não, a minha oração é egoísta,em que sinto no fundo do meu coração,  medo, medo do meu próprio sofrimento, medo de sentir, medo da tristeza, medo da dor, e  assim, acabo por rezar pelo Tiago, para que eu próprio não venha a sofrer por vê-lo sofrer!
Que Jesus me dê, esta capacidade de amar próximo, verdadeiramente e gratuitamente, como Ele nos ensinou, e que este amor quebre todos os meus medos, porque o medo de sofrer também não deixa viver e amar plenamente!

rezar! rezar pela cura, rezar por alguém

Estes últimos meses, com a doença do meu primo de 7 anos, que muitos já devem saber, dou por mim a rezar, a pedir a Jesus, que salve o meu primo, que o liberte de tanto sofrimento, e da doença horrível que sofre.
No entanto dou por mim a pensar, também,  se a minha oração será realmente verdadeira, ou será uma oração mesquinha, egoísta, em que conscientemente eu rezo para que Jesus cure o meu primo, mas no fundo do meu ser, rezo para eu próprio não sofrer, pois ver o meu primo doente faz-me sofrer, faz-me triste, muito triste, faz-me chorar!
Na verdade, a minha oração pelo Tiago, deveria ser uma oração pura, de dar graças a Deus pela vida do Tiago, e de dar graças para que a glória de Jesus se  manifeste na vida do Tiago, e que ele, curado, seja uma testemunho do amor e da compaixão de Deus por todos nós.
Penso que este deveria ser o sentido da minha oração, uma oração para a gloria de Deus na vida do Tiago......
...mas não, a minha oração é egoísta,em que sinto no fundo do meu coração,  medo, medo do meu próprio sofrimento, medo de sentir, medo da tristeza, medo da dor, e  assim, acabo por rezar pelo Tiago, para que eu próprio não venha a sofrer por vê-lo sofrer!
Que Jesus me dê, esta capacidade de amar próximo, verdadeiramente e gratuitamente, como Ele nos ensinou, e que este amor quebre todos os meus medos, porque o medo de sofrer também não deixa viver e amar plenamente!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Testemunho

Esta caminhada como Amigo de Jesus ajudou-me a entender o quanto Deus nos ama, apesar das nossas quedas. O seu amor é incondicional e gratuito. Cabe-nos portanto fazer um esforço para corresponder ao seu apelo de amor. Faz a cada um de nós um convite para sermos humildes e a caminharmos nessa humildade como seus amigos. Quando olho para trás vejo não só um caminho que tenho percorrido mas tão só um caminho que ainda falta percorrer. Sei que não há dois caminhos mas apenas um caminho com barreiras e obstáculos por vezes tortuoso e com quedas. O próprio Deus feito carne no meu de nós nos desafia a segui-lO (Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Mc 8, 34) e a nos aperfeiçoarmos(Portanto, sede perfeitos como é perfeito o vosso Pai celeste. Mt 5, 48). Ele nos anima e nos incentiva a continuarmos pois nos fez a promessa de que não nos abandona (Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos. Mt 28, 20). Pessoalmente, sinto que é muito bom fazer este caminho pois nada nos falta (O SENHOR é meu pastor: nada me falta. Sl 23, 1). O alimento é-nos dado gratuitamente, desde que abramos a porta. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo e bem-haja.


Miguel Madeira

Testemunho

Esta caminhada como Amigo de Jesus ajudou-me a entender o quanto Deus nos ama, apesar das nossas quedas. O seu amor é incondicional e gratuito. Cabe-nos portanto fazer um esforço para corresponder ao seu apelo de amor. Faz a cada um de nós um convite para sermos humildes e a caminharmos nessa humildade como seus amigos. Quando olho para trás vejo não só um caminho que tenho percorrido mas tão só um caminho que ainda falta percorrer. Sei que não há dois caminhos mas apenas um caminho com barreiras e obstáculos por vezes tortuoso e com quedas. O próprio Deus feito carne no meu de nós nos desafia a segui-lO (Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Mc 8, 34) e a nos aperfeiçoarmos(Portanto, sede perfeitos como é perfeito o vosso Pai celeste. Mt 5, 48). Ele nos anima e nos incentiva a continuarmos pois nos fez a promessa de que não nos abandona (Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos. Mt 28, 20). Pessoalmente, sinto que é muito bom fazer este caminho pois nada nos falta (O SENHOR é meu pastor: nada me falta. Sl 23, 1). O alimento é-nos dado gratuitamente, desde que abramos a porta. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo e bem-haja.


Miguel Madeira

terça-feira, 20 de setembro de 2011

"Faz isto e viverás"

"da Oração da manhã da RR de 19/09/2011

"Neste tempo em que tanto escutamos falar de crise e de solidariedade ocorre, na verdade, perguntar:

«uma caridade à distância, sem encontro frente a frente, sem compromisso pessoal, poderá continuar a chamar-se caridade?
Uma caridade reduzida a filantropia ou a beneficência poderá continuar a crer e a revelar o encontro com Cristo no outro?» (L. Manicardi)

Duas perguntas, que assinalam a fragilidade de tantos dos nossos gestos e palavras. Sim, não existe uma verdadeira caridade sem um encontro de rostos, gestos e palavras; capacidade de atenção, de escuta e de atenção. Não existe caridade sem um cuidado do outro e ação pelo outro e, ao mesmo tempo, cuidado por si e ação e trabalho sobre si mesmo.

Sim, porque fazer o bem aos outros, é também fazer bem a si próprio.
Fazer o bem contribui para a nossa felicidade e bem-estar e este é um dos sentidos do refrão bíblico: «Faz isto e viverás» (cf. Lv 18,5; Dt 4,1; 5,29; 6,24; Lc 10,28; etc.). Que assim seja Senhor Jesus, que a nossa caridade nos faça viver, a nós mesmos e aos outros."


Ir. Luísa Almendra

"Faz isto e viverás"

"da Oração da manhã da RR de 19/09/2011

"Neste tempo em que tanto escutamos falar de crise e de solidariedade ocorre, na verdade, perguntar:

«uma caridade à distância, sem encontro frente a frente, sem compromisso pessoal, poderá continuar a chamar-se caridade?
Uma caridade reduzida a filantropia ou a beneficência poderá continuar a crer e a revelar o encontro com Cristo no outro?» (L. Manicardi)

Duas perguntas, que assinalam a fragilidade de tantos dos nossos gestos e palavras. Sim, não existe uma verdadeira caridade sem um encontro de rostos, gestos e palavras; capacidade de atenção, de escuta e de atenção. Não existe caridade sem um cuidado do outro e ação pelo outro e, ao mesmo tempo, cuidado por si e ação e trabalho sobre si mesmo.

Sim, porque fazer o bem aos outros, é também fazer bem a si próprio.
Fazer o bem contribui para a nossa felicidade e bem-estar e este é um dos sentidos do refrão bíblico: «Faz isto e viverás» (cf. Lv 18,5; Dt 4,1; 5,29; 6,24; Lc 10,28; etc.). Que assim seja Senhor Jesus, que a nossa caridade nos faça viver, a nós mesmos e aos outros."


Ir. Luísa Almendra

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Oração de dia 15 Setembro 2011

Olá amigos,
neste 2.º encontro após as ferias fizemos adoração.
Contamos ainda com a presença da irmã Zélia.

Recorde-me da seguinte palavra inspirada, Romanos 10, 14-21


"Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?
E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas.
Mas nem todos têm obedecido ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem creu na nossa pregação?
De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.
Mas digo: Porventura não ouviram? Sim, por certo, pois Por toda a terra saiu a voz deles, E as suas palavras até aos confins do mundo.
Mas digo: Porventura Israel não o soube? Primeiramente diz Moisés: Eu vos porei em ciúmes com aqueles que não são povo, Com gente insensata vos provocarei à ira.
E Isaías ousadamente diz: Fui achado pelos que não me buscavam, Fui manifestado aos que por mim não perguntavam.
Mas para Israel diz: Todo o dia estendi as minhas mãos a um povo rebelde e contradizente."

Oração de dia 15 Setembro 2011

Olá amigos,
neste 2.º encontro após as ferias fizemos adoração.
Contamos ainda com a presença da irmã Zélia.

Recorde-me da seguinte palavra inspirada, Romanos 10, 14-21


"Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?
E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas.
Mas nem todos têm obedecido ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem creu na nossa pregação?
De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.
Mas digo: Porventura não ouviram? Sim, por certo, pois Por toda a terra saiu a voz deles, E as suas palavras até aos confins do mundo.
Mas digo: Porventura Israel não o soube? Primeiramente diz Moisés: Eu vos porei em ciúmes com aqueles que não são povo, Com gente insensata vos provocarei à ira.
E Isaías ousadamente diz: Fui achado pelos que não me buscavam, Fui manifestado aos que por mim não perguntavam.
Mas para Israel diz: Todo o dia estendi as minhas mãos a um povo rebelde e contradizente."

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Homilia do Papa na missa conclusiva da JMJ

Queridos jovens,

Com a celebração da Eucaristia, chegamos ao momento culminante desta Jornada Mundial da Juventude. Ao ver-vos aqui, vindos em grande número de todas as partes, o meu coração enche-se de alegria, pensando no afecto especial com que Jesus vos olha. Sim, o Senhor vos quer bem e vos chama seus amigos (cf. Jo 15, 15). Ele vem ter convosco e deseja acompanhar-vos no vosso caminho, para vos abrir as portas duma vida plena e tornar-vos participantes da sua relação íntima com o Pai. Pela nossa parte, conscientes da grandeza do seu amor, desejamos corresponder, com toda a generosidade, a esta manifestação de predilecção com o propósito de partilhar também com os demais a alegria que recebemos. Na actualidade, são certamente muitos os que se sentem atraídos pela figura de Cristo e desejam conhecê-Lo melhor. Pressentem que Ele é a resposta a muitas das suas inquietações pessoais. Mas quem é Ele realmente? Como é possível que alguém que viveu na terra há tantos anos tenha algo a ver comigo hoje?

No evangelho que ouvimos (cf. Mt 16, 13-20), vemos representadas, de certo modo, duas formas diferentes de conhecer Cristo. O primeiro consistiria num conhecimento externo, caracterizado pela opinião corrente. À pergunta de Jesus: «Quem dizem os homens que é o Filho do Homem?», os discípulos respondem: «Uns dizem que é João Baptista; outros, que é Elias; e outros, que é Jeremias ou algum dos profetas». Isto é, considera-se Cristo como mais um personagem religioso junto aos que já são conhecidos. Depois, dirigindo-se pessoalmente aos discípulos, Jesus pergunta-lhes: «E vós, quem dizeis que Eu sou?». Pedro responde formulando a primeira confissão de fé: «Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo». A fé vai mais longe que os simples dados empíricos ou históricos, e é capaz de apreender o mistério da pessoa de Cristo na sua profundidade.

A fé, porém, não é fruto do esforço do homem, da sua razão, mas é um dom de Deus: «És feliz, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que to revelou, mas o meu Pai que está no Céu». Tem a sua origem na iniciativa de Deus, que nos desvenda a sua intimidade e nos convida a participar da sua própria vida divina. A fé não se limita a proporcionar alguma informação sobre a identidade de Cristo, mas supõe uma relação pessoal com Ele, a adesão de toda a pessoa, com a sua inteligência, vontade e sentimentos, à manifestação que Deus faz de Si mesmo. Deste modo, a pergunta de Jesus: «E vós, quem dizeis que Eu sou?», no fundo está impelindo os discípulos a tomarem uma decisão pessoal em relação a Ele. Fé e seguimento de Cristo estão intimamente relacionados.

E, dado que supõe seguir o Mestre, a fé tem que se consolidar e crescer, tornar-se mais profunda e madura, à medida que se intensifica e fortalece a relação com Jesus, a intimidade com Ele. Também Pedro e os outros apóstolos tiveram que avançar por este caminho, até que o encontro com o Senhor ressuscitado lhes abriu os olhos para uma fé plena.

Queridos jovens, Cristo hoje também se dirige a vós com a mesma pergunta que fez aos apóstolos: «E vós, quem dizeis que Eu sou?» Respondei-Lhe com generosidade e coragem, como corresponde a um coração jovem como o vosso. Dizei-Lhe: Jesus, eu sei que Tu és o Filho de Deus que deste a tua vida por mim. Quero seguir-Te fielmente e deixar-me guiar pela tua palavra. Tu conheces-me e amas-me. Eu confio em Ti e coloco nas tuas mãos a minha vida inteira. Quero que sejas a força que me sustente, a alegria que nuca me abandone.

Na sua reposta à confissão de Pedro, Jesus fala da sua Igreja: «Também Eu te digo: Tu é Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja». Que significa isto? Jesus constrói a Igreja sobre a rocha da fé de Pedro, que confessa a divindade de Cristo. Sim, a Igreja não é uma simples instituição humana, como outra qualquer, mas está intimamente unida a Deus. O próprio Cristo Se refere a ela como a «sua» Igreja. Não se pode separar Cristo da Igreja, tal como não se pode separar a cabeça do corpo (cf. 1 Cor 12, 12). A Igreja não vive de si mesma, mas do Senhor. Ele está presente no meio dela e dá-lhe vida, alimento e fortaleza.

Queridos jovens, permiti que, como Sucessor de Pedro, vos convide a fortalecer esta fé que nos tem sido transmitida desde os apóstolos, a colocar Cristo, Filho de Deus, no centro da vossa vida. Mas permiti também que vos recorde que seguir Jesus na fé é caminhar com Ele na comunhão da Igreja. Não se pode, sozinho, seguir Jesus. Quem cede à tentação de seguir «por conta sua» ou de viver a fé segundo a mentalidade individualista, que predomina na sociedade, corre o risco de nunca encontrar Jesus Cristo, ou de acabar seguindo uma imagem falsa d’Ele.

Ter fé é apoiar-se na fé dos teus irmãos, e fazer com que a tua fé sirva também de apoio para a fé de outros. Peço-vos, queridos amigos, que ameis a Igreja, que vos gerou na fé, que vos ajudou a conhecer melhor Cristo, que vos fez descobrir a beleza do Seu amor. Para o crescimento da vossa amizade com Cristo é fundamental reconhecer a importância da vossa feliz inserção nas paróquias, comunidades e movimentos, bem como a participação na Eucaristia de cada domingo, a recepção frequente do sacramento do perdão e o cultivo da oração e a meditação da Palavra de Deus.

E, desta amizade com Jesus, nascerá também o impulso que leva a dar testemunho da fé nos mais diversos ambientes, incluindo nos lugares onde prevalece a rejeição ou a indiferença. É impossível encontrar Cristo, e não O dar a conhecer aos outros. Por isso, não guardeis Cristo para vós mesmos. Comunicai aos outros a alegria da vossa fé. O mundo necessita do testemunho da vossa fé; necessita, sem dúvida, de Deus. Penso que a vossa presença aqui, jovens vindos dos cinco continentes, é uma prova maravilhosa da fecundidade do mandato de Cristo à Igreja: «Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda a criatura» (Mc 16, 15). Incumbe sobre vós também a tarefa extraordinária de ser discípulos e missionários de Cristo noutras terras e países onde há multidões de jovens que aspiram a coisas maiores e, vislumbrando em seus corações a possibilidade de valores mais autênticos, não se deixam seduzir pelas falsas promessas dum estilo de vida sem Deus.

Queridos jovens, rezo por vós com todo o afecto do meu coração. Encomendo-vos à Virgem Maria, para que Ela sempre vos acompanhe com a sua intercessão materna e vos ensine e fidelidade à Palavra de Deus. Peço-vos também que rezeis pelo Papa, para que, como Sucessor de Pedro, possa continuar confirmando na fé os seus irmãos. Que todos na Igreja, pastores e fiéis, nos aproximemos de dia para dia sempre mais do Senhor, para crescermos em santidade de vida e darmos assim um testemunho eficaz de que Jesus Cristo é verdadeiramente o Filho de Deus, o Salvador de todos os homens e a fonte viva da sua esperança. Amen.

Homilia do Papa na missa conclusiva da JMJ

Queridos jovens,

Com a celebração da Eucaristia, chegamos ao momento culminante desta Jornada Mundial da Juventude. Ao ver-vos aqui, vindos em grande número de todas as partes, o meu coração enche-se de alegria, pensando no afecto especial com que Jesus vos olha. Sim, o Senhor vos quer bem e vos chama seus amigos (cf. Jo 15, 15). Ele vem ter convosco e deseja acompanhar-vos no vosso caminho, para vos abrir as portas duma vida plena e tornar-vos participantes da sua relação íntima com o Pai. Pela nossa parte, conscientes da grandeza do seu amor, desejamos corresponder, com toda a generosidade, a esta manifestação de predilecção com o propósito de partilhar também com os demais a alegria que recebemos. Na actualidade, são certamente muitos os que se sentem atraídos pela figura de Cristo e desejam conhecê-Lo melhor. Pressentem que Ele é a resposta a muitas das suas inquietações pessoais. Mas quem é Ele realmente? Como é possível que alguém que viveu na terra há tantos anos tenha algo a ver comigo hoje?

No evangelho que ouvimos (cf. Mt 16, 13-20), vemos representadas, de certo modo, duas formas diferentes de conhecer Cristo. O primeiro consistiria num conhecimento externo, caracterizado pela opinião corrente. À pergunta de Jesus: «Quem dizem os homens que é o Filho do Homem?», os discípulos respondem: «Uns dizem que é João Baptista; outros, que é Elias; e outros, que é Jeremias ou algum dos profetas». Isto é, considera-se Cristo como mais um personagem religioso junto aos que já são conhecidos. Depois, dirigindo-se pessoalmente aos discípulos, Jesus pergunta-lhes: «E vós, quem dizeis que Eu sou?». Pedro responde formulando a primeira confissão de fé: «Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo». A fé vai mais longe que os simples dados empíricos ou históricos, e é capaz de apreender o mistério da pessoa de Cristo na sua profundidade.

A fé, porém, não é fruto do esforço do homem, da sua razão, mas é um dom de Deus: «És feliz, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que to revelou, mas o meu Pai que está no Céu». Tem a sua origem na iniciativa de Deus, que nos desvenda a sua intimidade e nos convida a participar da sua própria vida divina. A fé não se limita a proporcionar alguma informação sobre a identidade de Cristo, mas supõe uma relação pessoal com Ele, a adesão de toda a pessoa, com a sua inteligência, vontade e sentimentos, à manifestação que Deus faz de Si mesmo. Deste modo, a pergunta de Jesus: «E vós, quem dizeis que Eu sou?», no fundo está impelindo os discípulos a tomarem uma decisão pessoal em relação a Ele. Fé e seguimento de Cristo estão intimamente relacionados.

E, dado que supõe seguir o Mestre, a fé tem que se consolidar e crescer, tornar-se mais profunda e madura, à medida que se intensifica e fortalece a relação com Jesus, a intimidade com Ele. Também Pedro e os outros apóstolos tiveram que avançar por este caminho, até que o encontro com o Senhor ressuscitado lhes abriu os olhos para uma fé plena.

Queridos jovens, Cristo hoje também se dirige a vós com a mesma pergunta que fez aos apóstolos: «E vós, quem dizeis que Eu sou?» Respondei-Lhe com generosidade e coragem, como corresponde a um coração jovem como o vosso. Dizei-Lhe: Jesus, eu sei que Tu és o Filho de Deus que deste a tua vida por mim. Quero seguir-Te fielmente e deixar-me guiar pela tua palavra. Tu conheces-me e amas-me. Eu confio em Ti e coloco nas tuas mãos a minha vida inteira. Quero que sejas a força que me sustente, a alegria que nuca me abandone.

Na sua reposta à confissão de Pedro, Jesus fala da sua Igreja: «Também Eu te digo: Tu é Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja». Que significa isto? Jesus constrói a Igreja sobre a rocha da fé de Pedro, que confessa a divindade de Cristo. Sim, a Igreja não é uma simples instituição humana, como outra qualquer, mas está intimamente unida a Deus. O próprio Cristo Se refere a ela como a «sua» Igreja. Não se pode separar Cristo da Igreja, tal como não se pode separar a cabeça do corpo (cf. 1 Cor 12, 12). A Igreja não vive de si mesma, mas do Senhor. Ele está presente no meio dela e dá-lhe vida, alimento e fortaleza.

Queridos jovens, permiti que, como Sucessor de Pedro, vos convide a fortalecer esta fé que nos tem sido transmitida desde os apóstolos, a colocar Cristo, Filho de Deus, no centro da vossa vida. Mas permiti também que vos recorde que seguir Jesus na fé é caminhar com Ele na comunhão da Igreja. Não se pode, sozinho, seguir Jesus. Quem cede à tentação de seguir «por conta sua» ou de viver a fé segundo a mentalidade individualista, que predomina na sociedade, corre o risco de nunca encontrar Jesus Cristo, ou de acabar seguindo uma imagem falsa d’Ele.

Ter fé é apoiar-se na fé dos teus irmãos, e fazer com que a tua fé sirva também de apoio para a fé de outros. Peço-vos, queridos amigos, que ameis a Igreja, que vos gerou na fé, que vos ajudou a conhecer melhor Cristo, que vos fez descobrir a beleza do Seu amor. Para o crescimento da vossa amizade com Cristo é fundamental reconhecer a importância da vossa feliz inserção nas paróquias, comunidades e movimentos, bem como a participação na Eucaristia de cada domingo, a recepção frequente do sacramento do perdão e o cultivo da oração e a meditação da Palavra de Deus.

E, desta amizade com Jesus, nascerá também o impulso que leva a dar testemunho da fé nos mais diversos ambientes, incluindo nos lugares onde prevalece a rejeição ou a indiferença. É impossível encontrar Cristo, e não O dar a conhecer aos outros. Por isso, não guardeis Cristo para vós mesmos. Comunicai aos outros a alegria da vossa fé. O mundo necessita do testemunho da vossa fé; necessita, sem dúvida, de Deus. Penso que a vossa presença aqui, jovens vindos dos cinco continentes, é uma prova maravilhosa da fecundidade do mandato de Cristo à Igreja: «Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda a criatura» (Mc 16, 15). Incumbe sobre vós também a tarefa extraordinária de ser discípulos e missionários de Cristo noutras terras e países onde há multidões de jovens que aspiram a coisas maiores e, vislumbrando em seus corações a possibilidade de valores mais autênticos, não se deixam seduzir pelas falsas promessas dum estilo de vida sem Deus.

Queridos jovens, rezo por vós com todo o afecto do meu coração. Encomendo-vos à Virgem Maria, para que Ela sempre vos acompanhe com a sua intercessão materna e vos ensine e fidelidade à Palavra de Deus. Peço-vos também que rezeis pelo Papa, para que, como Sucessor de Pedro, possa continuar confirmando na fé os seus irmãos. Que todos na Igreja, pastores e fiéis, nos aproximemos de dia para dia sempre mais do Senhor, para crescermos em santidade de vida e darmos assim um testemunho eficaz de que Jesus Cristo é verdadeiramente o Filho de Deus, o Salvador de todos os homens e a fonte viva da sua esperança. Amen.

Mensagem do Papa para a vigília de oração da JMJ 2011

Queridos amigos!

Saúdo-vos a todos, e de modo particular aos jovens que me formularam as perguntas, agradecendo-lhes a sinceridade com que expuseram as suas inquietações, que exprimem de certo modo o anseio de todos vós por alcançar algo de grande na vida, algo que vos dê plenitude e felicidade.

Mas, como pode um jovem ser fiel à fé cristã e continuar a aspirar a grandes ideais na sociedade atual? No evangelho que escutámos, Jesus dá-nos uma resposta a esta importante questão: «Assim como o Pai Me tem amor, assim Eu vos amo a vós. Permanecei no meu amor» (Jo 15, 9).

Sim, queridos amigos, Deus ama-nos. Esta é a grande verdade da nossa vida e que dá sentido a tudo o mais. Não somos fruto do acaso nem da irracionalidade, mas, na origem da nossa existência, há um projeto de amor de Deus. Assim permanecer no seu amor significa viver radicados na fé, porque esta não é a simples aceitação dumas verdades abstratas, mas uma relação íntima com Cristo que nos leva a abrir o nosso coração a este mistério de amor e a viver como pessoas que se sabem amadas por Deus.

Se permanecerdes no amor de Cristo, radicados na fé, encontrareis, mesmo no meio de contrariedades e sofrimentos, a fonte do júbilo e a alegria. A fé não se opõe aos vossos ideais mais altos; pelo contrário, exalta-os e aperfeiçoa-os. Queridos jovens, não vos conformeis com nada menos do que a Verdade e o Amor, não vos conformeis com nada menos do que Cristo.

Precisamente agora, quando a cultura relativista dominante renuncia e menospreza a busca da verdade, que é a aspiração mais alta do espírito humano, devemos propor, com coragem e humildade, o valor universal de Cristo como Salvador de todos os homens e fonte de esperança para a nossa vida. Ele, que tomou sobre si as nossas aflições, conhece bem o mistério do sofrimento humano e mostra a sua presença amorosa em todos aqueles que sofrem. Estes, por sua vez, unidos à paixão de Cristo, participam intimamente da Sua obra de redenção. Além disso, a nossa atenção desinteressada pelos doentes e aos desamparados, sempre será um testemunho humilde e silencioso do rosto compassivo de Deus.

Queridos amigos, que nenhuma dificuldade vos paralise: Não tenhais medo do mundo, nem do futuro, nem da vossa fraqueza. O Senhor concedeu-vos viver neste momento da história, repleto de grandes possibilidades e oportunidades, para que, graças à vossa fé, continue a ressoar o nome de Cristo em toda a terra.

Nesta vigília de oração, convido-vos a pedir a Deus que vos ajude a descobrir a vossa vocação na sociedade e na Igreja e a perseverar nela com alegria e fidelidade. Vale acolher dentro de nós o chamado de Cristo e seguir com coragem e generosidade o caminho que Ele nos proponha.

A muitos, o Senhor chama ao matrimónio, no qual um homem e uma mulher, formando uma só carne (cf. Gn 3, 24), se realizam numa profunda vida de comunhão. É um horizonte de vida ao mesmo tempo luminoso e exigente; um projeto de amor verdadeiro, que se renova e consolida cada dia, partilhando alegrias e dificuldades, e que se caracteriza por uma entrega da totalidade da pessoa. Por isso, reconhecer a beleza e bondade do matrimónio significa estar conscientes de que o âmbito adequado à grandeza e dignidade do amor matrimonial só pode ser um âmbito de fidelidade e indissolubilidade e também de abertura ao dom divino da vida.

A outros, diversamente, Cristo chama-os a segui-Lo mais de perto no sacerdócio ou na vida consagrada. Como é belo saber que Jesus vem à tua procura, fixa o seu olhar em ti e, com a sua voz inconfundível, diz também a ti: «Segue-Me» (cf. Mc 2, 14).

Queridos jovens, para descobrir e seguir fielmente a forma de vida a que o Senhor chama cada um de vós, é indispensável permanecer no seu amor como amigos. E, como se mantém a amizade se não com o trato frequente, o diálogo, o estar juntos e o partilhar anseios ou penas? Dizia Santa Teresa de Ávila que a oração não é outra coisa senão «tratar de amizade – estando muitas vezes tratando a sós – com Quem sabemos que nos ama» (Livro da Vida, 8).

Convido-vos, pois, a ficardes agora em adoração a Cristo, realmente presente na Eucaristia; a dialogar com Ele, a expor na sua presença as vossas questões e a escutá-Lo. Queridos amigos, rezo por vos com toda a minha alma; suplico-vos que rezeis também por mim. Peçamos-Lhe, ao Senhor, nesta noite que, atraídos pela beleza do seu amor, vivamos sempre fielmente como seus discípulos. Amen.

Queridos amigos! Obrigado pela vossa alegria e pela vossa resistência! A vossa força é mais poderosa que a chuva. Obrigado! O Senhor, com a chuva, mandou-nos muitas bênçãos. Também nisto, sois um exemplo.

Saudação em francês

Queridos jovens francófonos, sede orgulhosos por ter recebido o dom da fé. Será ela a iluminar o vosso caminho em cada instante. Apoiai-vos igualmente sobre a fé dos vossos familiares, sobre a fé da Igreja! Pela fé, estamos fundados em Cristo; encontrai-vos com outros para a aprofundar, participai na Eucaristia, mistério por excelência da fé. Só Cristo pode dar resposta às aspirações que trazeis dentro de vós. Deixai-vos agarrar por Deus, para que a vossa presença na Igreja lhe dê um novo vigor!

Saudação em inglês

Queridos jovens, nestes momentos de silêncio diante do Santíssimo Sacramento, elevemos as nossas mentes e os nossos corações até Jesus Cristo, o Senhor das nossas vidas e do futuro. Que ele derrame sobre nós o Seu Espírito e sobre toda a Igreja para que sejamos um sinal luminoso de liberdade, reconciliação e paz para o mundo inteiro.

Saudação em alemão

Queridos jovens cristãos de língua alemã, no profundo do nosso coração desejamos aquilo que é grande e belo na vida! Não deixeis que os vossos desejos e anelos caiam no esquecimento, mas tornai-os firmes em Jesus Cristo. Ele mesmo é o fundamento que sustenta e o ponto de referência seguro para uma vida plena.

Saudação em italiano

Dirijo-me agora aos jovens de língua italiana. Queridos amigos, esta Vigília ficará como uma experiência inesquecível da vossa vida. Guardai a chama que Deus acendeu em vossos corações nesta noite: fazei com que não se apague, alimentai-a cada dia, partilhai-a com os vossos coetâneos que vivem na escuridão e procuram uma luz para o seu caminho. Obrigado! Até amanhã de manhã!

Saudação em português

Meus queridos amigos, convido cada um e cada uma de vós a estabelecer um diálogo pessoal com Cristo, expondo-Lhe as próprias dúvidas e sobretudo escutando-O. O Senhor está aqui e chama-te! Jovens amigos, vale a pena ouvir dentro de nós a Palavra de Jesus e caminhar seguindo os seus passos. Pedi ao Senhor que vos ajude a descobrir a vossa vocação na vida e na Igreja, e a perseverar nela com alegria e fidelidade, sabendo que Ele nunca vos abandona nem atraiçoa! Ele está connosco até ao fim do mundo

Saudação em polaco

Queridos jovens amigos vindos da Polónia! Esta nossa vigília de oração está permeada pela presença de Cristo. Seguros do seu amor e com a chama da vossa fé, aproximai-vos d’Ele. Encher-vos-á da sua vida. Edificai a vossa vida sobre Cristo e o seu evangelho. De coração, vos abençoo.

* * *

[Queridos jovens!

Tivemos uma aventura juntos. Firmes na fé em Cristo, resististes à chuva. Antes de ir embora, quero desejar-vos a todos uma boa noite. Que possais descansar bem. Obrigado pelo sacrifício que estais fazendo e, não duvido, que estais oferecendo generosamente ao Senhor. Vemo-nos amanhã. Agradeço-vos pelo exemplo maravilhoso que destes. Como aconteceu nesta noite, com Cristo podereis sempre enfrentar as provas da vida. Não o esqueçais! Obrigado a todos!]

(O texto não foi lido na íntegra, por causa do temporal que se abateu sobre o local, mas foi publicado oficialmente pelo Vaticano).